CADASTRO ÚNICO É PORTA DE ENTRADA PARA 20 PROGRAMAS SOCIAIS

O Bolsa Família é apenas um dos programas a que a população de baixa renda pode ter acesso ao se inscrever no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. O sistema é porta de entrada para 20 políticas públicas. Para se cadastrar, as famílias devem ter renda mensal de até meio salário mínimo (R$ 477) por pessoa.

“Se a família é composta, por exemplo, por quatro pessoas e a renda total é de R$ 1.500, basta dividir esse valor por quatro. Nesse caso, a renda por pessoa é de R$ 375. Logo, a família pode se inscrever”.

PROGRAMAS E BENEFÍCIOS SOCIAIS UTILIZAM O CADASTRO ÚNICO

Diversos programas e benefícios sociais do Governo Federal utilizam o Cadastro Único como base para seleção das famílias:

Leia também:  

​​- Programa Bolsa Família;
 - Programa Minha Casa, Minha Vida;
- Bolsa Verde – Programa de Apoio à Conservação Ambiental
- Programa de Erradicação do Trabalho Infantil – PETI​
 - Fomento – Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais
- Carteira do Idoso;
- Aposentadoria para pessoa de baixa renda;
- Programa Brasil Carinhoso;
 - Programa de Cisternas;
- Telefone Popular;
- Carta Social;
- Pro Jovem Adolescente;
- Tarifa Social de Energia Elétrica;
- Passe Livre para pessoas com deficiência;
 - Isenção de Taxas em Concursos Públicos.

Os Estados e municípios também utilizam os dados do Cadastro Único como base para seus programas sociais.​

Idosos e pessoas com deficiência de baixa renda, que recebem o BPC, o Benefício de Prestação Continuada, precisam se inscrever no Cadastro Único.

Com o cadastro, o beneficiário pode ter acesso a mais de 20 programas sociais.

Mais de 1,7 milhão de idosos com idade acima de 65 anos e pessoas com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada, o BPC, precisam se inscrever no Cadastro Único para Programas Sociais. A inscrição é obrigatória e o prazo vai até dezembro deste ano. Até o momento, 2,8 milhões de beneficiários já registraram as informações na ferramenta do governo federal. O cadastro tem o objetivo de identificar as necessidades das famílias e dá acesso a mais de 20 programas sociais, como o Minha Casa Minha Vida, Tarifa Social de Energia Elétrica e o Bolsa Família. Atualmente, 4,5 milhões de pessoas recebem o BPC. Desse volume, 2 milhões são idosos e 2,5 milhões são pessoas com deficiência. O ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, destaca a importância do registro para garantir mais direitos e apoiar as famílias na superação das vulnerabilidades sociais.

Ministro do Desenvolvimento Social - Alberto Beltrame: O governo federal quer conhecer melhor todos os beneficiários do BPC e estender as possibilidades de acesso a outros programas. Se você ainda não fez o Cadastro Único, compareça o mais rapidamente possível à prefeitura ou ao CRAS do seu município e faça.

Os idosos acima de 65 anos e as pessoas com deficiência que recebem o BPC devem procurar os Centros de Referência de Assistência Social, o CRAS, ou a Secretaria de Assistência Social do município para se cadastrar. Caso o beneficiário tenha alguma dificuldade de deslocamento, a inscrição pode ser feita pelo responsável familiar, que deve levar o CPF de todas as pessoas que moram com o beneficiário e outros documentos pessoais, como RG e comprovante de residência. O Cadastro Único reúne informações de quase 28 milhões de famílias com renda per capita de até meio salário mínimo ou renda total familiar de até três salários mínimos. Neles, são registradas as características da residência, a identificação de cada pessoa, a escolaridade, a situação de trabalho e renda, entre outras informações.

Mais informações. www.caixa.gov.br
Fonte: a-voz-do-brasil
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