EMPRÉSTIMO CONSIGNADO COM GARANTIA DO FGTS

A Caixa Econômica Federal já liberou o início das operações de empréstimo consignado com os recursos do Fundo de Garantia do Tempo e Serviço (FGTS) como garantia.

Crédito sem a necessidade de avalista, destina-se às funcionários de empresas e órgãos conveniados, aposentados e pensionistas do INSS.


Em outra palavras, é possível utilizar seu FGTS como garantia em operação de crédito consignado e obter essas "vantagens".

Chama-se empréstimo consignado pois as parcelas são descontadas diretamente do salário ou da aposentadoria.

Segundo o Banco Central, hoje em dia mais de 20% da renda das famílias brasileiras é usada só para pagar as parcelas de suas dívidas – o que inclui os juros, um número que dobrou de tamanho nos últimos dez anos e continua crescendo.
Veja as regras abaixo:

JUROS: 3,5% AO MÊS

VALOR: ATÉ 10% DO SALDO


PRAZO: ATÉ 48 MESES


O dinheiro vai sair das contas de FGTS do trabalhador. As regras para a nova linha de crédito já foram publicadas, e os bancos já podem começar a firmar os convênios com as empresas.

Com juros de 3,5% ao mês e carência de até 48 meses, a modalidade representa um avanço para os trabalhadores. 

É uma alternativa de financiamento mais viável, porque os juros são menores. Isso significa crédito mais barato para os trabalhadores”, avaliou o ministro do Trabalho e Emprego, Ronaldo Nogueira. Segundo ele, os juros não podem ultrapassar 3,5% ao mês.

Para ter acesso ao crédito é preciso procurar uma das agências da Caixa Econômica Federal a partir do dia 26 de setembro

Segundo o Ministério do Trabalho, os trabalhadores vão ter acesso a um crédito com juros especiais, mais baixos se comparados ao mercado. O valor poderá ser utilizado, por exemplo, para quitar dívidas, comprar bens ou abrir negócios.

Cabe lembrar que o dinheiro vai ser retirado do FGTS do trabalhador. Depois que ele quitar a dívida do empresto consignado o dinheiro é reposto à conta do FGTS. Quase 37 milhões de trabalhadores terão acesso ao crédito em todo o Brasil. 


Com informações do Ministério do Trabalho - Assessoria de Imprensa

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